Entrevista a Biratán Porto

Humorista gráfico. Brasil.

PP: ¿Le gusta que le hagan entrevistas?

BIRATÁN PORTO: Claro, é uma ótima oportunidade do cartunistas se fazer conhecer e informar sobre os trabalhos da área do humor e artes visuais. Um contato importante entre o artista e seus leitores.​

 

PP: En este año 2014, ¿cómo ve el estado del humor en el país donde vive, en televisión, radio, teatro, literatura y gráfica?

BIRATÁN PORTO: No Brasil, o mercado do humor se restringe, profissionalmente, a grandes capitais, São Paulo, Rio de Janeiro. Noutras médias capitais o mercado é mais carente, tanto nas artes visuais , quanto gráficas. As grandes distâncias entre essas capitais, no caso do Brasil, dificultou muito as publicações de humoristas da regiões distantes do grande centro.A internet , essa ferramenta multi-uso, estreitou mais a relação entre o artista e seu mercado de trabalho. Hoje, você não depende tanto de agente, ou intermediários, para ter contato com um editor, seja de que país for. ​

 

PP: En varios países de América Latina se dice: "Mi país es un pueblo de humoristas", "en mi país, tú mueves una piedra y sale un humorista", etc. ¿En el país donde vive se dice lo mismo?

BIRATÁN PORTO: No Brasil, não é diferente: Nascem humoristas como jogadores de futebol. As crianças desde cedo se i nteressam pelo desenho. No entanto, o mercado editorial gráfico no país é muito pequeno. Isso causa uma certa frustração a muito jovens, que acabam se interessando por outra profissão.​

 

PP: ¿Es verdad la acuñada frase: "Es más fácil hacer llorar que hacer reír?

BIRATÁN PORTO: As duas situações são igualmente difíceis . Para um ator tanto é difícil fazer rir, como chorar.​

 

PP: ¿Cuándo decidió hacerse humorista?

BIRATÁN PORTO: A partir dos 13 anos de idade. Meu irmão mais velho, desenhava muito bem. Comecei a copiá-lo, e depoissegui meu caminho.​

 

PP: ¿El humorista nace o se hace?

BIRATÁN ​PORTO: Os dois. Nasce com o dom, o talento, e cresce com os exercícios.​

 

PP: ¿Cuál ha sido el mejor y el peor momento de su carrera hasta el día de hoy?

BIRATÁN PORTO: O pior momento, foi ver fechar o importante jornal o Centenário “ A Provincia do Pará”,em que trabalhava fazendo o desenho político. Foram 21 anos de fazendo a crítica política diariamente. O mais importante foi o Prêmio de primeiro lugar internacional CartoonFestival Knokke-Heist, na Bélgica, que fui receber pessoalmente, em 2002.​

 

PP: Como profesional del humor, ¿se ríe fácil? ¿Con qué tipo de chistes?

BIRATÁN PORTO: Cartoons, que satirizam o dia-a-dia das pessoas. ​

 

PP: ¿Alguna anécdota relacionada con su profesión?

BIRATÁN PORTO: Só nos desenhos.​

 

PP: ¿Con cuáles colegas se identifica?

BIRATÁN PORTO: Quino, Bosc, Ziraldo, Jaguar, Caloi, entre outros.​

 

PP: ¿Qué me aconsejaría a mí como humorista?

BIRATÁN PORTO: Quem sou eu para para aconselhar bons humoristas. Mas acredito que a observação cotidiana, a boa leitura de bons autores e exercícios, Fazem crescer o humorista.​

Entrevista a Biratán Porto - Humor
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